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Economia criativa representa 4% do PIB brasileiro, aponta IBGEpor InfoMoneySegundo o Sebrae, não existe um estudo sistematizado sobre a economia da cultura, também chamada de economia criativa. No entanto, com base em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é possível concluir que o setor representa 4% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, que foi da ordem de R$ 2,4 trilhão em 2007. Ainda de acordo com o instituto de pesquisas, no ano passado, a economia criativa movimentou cerca de R$ 97,5 bilhões. "Esses números indicam que a economia da cultura é um segmento promissor", opina o diretor-superintendente do Sebrae no Amazonas, José Carlos Reston. Esse otimismo é justificado. Conforme indica o 'Termo de Referência da Cultura e Entretenimento', publicado pelo Sistema Sebrae no fim de 2007, as atividades de criação, produção, circulação e consumo de bens culturais no planeta cresce a uma taxa anual de 6,3%, ao passo que o restante da economia registra uma expansão de 5,7%. Definição A economia criativa refere-se à produção de riquezas, geração de renda e emprego e negócios diversos tendo como base os bens e serviços culturais de determinado País, cidade ou comunidade. Incluem-se neste setor as manifestações artísticas em geral, festas populares, tradições religiosas, entre outras. Amazonas Na avaliação do diretor-superintendente do Sebrae no Amazonas, o Estado é rico em matérias-primas. Entretanto, os empreendedores locais ainda não despertaram para as oportunidades de negócios que os bens e serviços simbólicos amazônicos são capazes de gerar. "Temos uma diversidade cultural ampla, um potencial turístico, gastronômico e musical, que, certamente, podem se tornar um grande filão econômico para as empresas de micro e pequeno portes". Justamente por conta disso, o Sebrae do Amazonas possui o NCN (Núcleo de Cultura e Negócios), que implementa ações de capacitação, treinamento e acesso a mercado de produtos e produtores culturais do Estado. "O CNC não existe para incentivar diretamente a cultura. Nosso papel é dar enfoque econômico para a cultura. Essa atividade, além de gerar renda, promove a diversidade cultural e reforça a identidade amazônica", explica a diretora-técnica do Sebrae/AM, Maria José Alves da Silva. |
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